Prefeitura Municipal de Junqueirópolis

DIÁRIO DO ESTUDANTE

Novembro de 2.021 - Edição 170 - Informativo da Divisão Municipal de Educação de Junqueirópolis

 

CONECTADOS

Que tal treinar a tabuada e a sua agilidade ao mesmo tempo?

 

Neste jogo online você pode fazer as duas coisas ao mesmo tempo e ainda sair craque na tabuada! Basta você clicar no jogo, digitar o seu nome e aproveitar esse momento.

No final de cada rodada você consegue saber qual a sua classificação.

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ACONTECE AQUI!!!

ALUNOS DO 3° ANO DA ESCOLA JAIR RECEBEM CARTA-RESPOSTA DIRETAMENTE DO ACAMPAMENTO DE REFUGIADOS DE RORAIMA

 

Em parceria com o Jornal Joca, alunos enviam livros para colaborar com o projeto MI CASA, TU CASA (Minha casa, sua casa).

No mês de maio desse ano, os alunos do 3° ano da Escola Jair foram desafiados pelas professoras a participarem de um projeto voluntário do Jornal JOCA: a doação de livros para as crianças venezuelanas que moram em um abrigo em Boa Vista no Estado de Roraima.

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SOLTANDO OS BICHOS

Alunos do primeiro ano da escola Jair Luiz da Silva e das outras escolas no nosso município estão aprendendo através de uma sequência didática sobre “animais brasileiros ameaçados de extinção”.

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É CULTURA

Era uma vez uma família muito feliz: Simão, Catarina e seus dois filhinhos, mas... será que eles eram felizes mesmo?

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Informativo das Ações
Municipais de Educação

Uma publicação pedagógica
da Diretoria Municipal
de Educação de Junqueirópolis


Tiragem: 2.500 exemplares
Diretor responsável: José Henrique Rossi
Jornalista responsável: Pedro V. Adami Jr. MTB91680/SP
Presidente da República: Jair Messias Bolsonaro
Ministro da Educação: Milton Ribeiro
Governador do Estado: João Agripino da Costa Doria Junior
Secretário da Educação: Rossieli Soares da Silva
Prefeito Municipal: Osmar Pinatto
Diretor da Educação: José Henrique Rossi

Conselho Editorial: Alessandra D.Abonízio, Alexsandra Maria O. dos Santos, Danila Ap. B. Violin, Elaine Cristina de S. Batista, Elisângela M. N. Monção, Eunice Francino Freire, Eva das N. A. Ubeda, Fernanda Cristina L. Leandro, Geórgia Paula R. Costa, Juliana Laís Santos, Juliana da Silva Mesquita, Kelly Luciana D. Perez, Lilian Cristina do Nascimento, Maria Edna do R. Bonancin, Mônica Ap. da Silva, Nayara V. B. Bevilaqua, Rosângela F. da Silva, Sidinéia Ap. M. Favaretto, Silvana Dias, Silvânia N. Mosaner, Terezinha Eliana L. da S. Trevisan, Vanessa B. Silva.

QUEM QUISER QUE CONTE OUTRA

 

Que somos fãs de uma boa leitura ninguém pode negar. Agora você leu uma história e desejou um desfecho diferente para ela?

Mas não pense você que é tão simples assim. Quando se escreve parte de um texto, e o conteúdo temático da parte a ser produzida não está dado, é necessário recuperar a parte conhecida do texto, pois será a referência para a produção do final.

Portanto a produção textual de autoria se coloca como um desafio aos alunos.

Nesta atividade de produção de final de conto, os alunos precisaram produzir, portanto, o conteúdo temático e organizaram em um texto coerente e coeso.

Convido vocês a apreciarem a produção de final do conto “Uma questão de ponto de vista”, realizada pelos alunos do 4º ano da professora Adriana.

UMA QUESTÃO DE PONTO DE VISTA


À sombra de um coqueiro, um dia dois amigos cochilavam. Um macaco subiu no coqueiro e, percebendo os dois lá embaixo, atirou um coco na cabeça de cada um.

Os dois acordaram, assustados. Um deles, furioso, esbravejou:

- Esse macaco me paga!

Pegou o coco e foi correndo atrás do macaco, querendo acertar-lhe de volta o coco na cabeça. Praguejando, corria em vão, pois o ágil bichinho pulava de árvore em árvore e se afastava cada vez mais rápido.

Finalmente, o homem desistiu e, suado e aborrecido por não ter conseguido se vingar, voltou para a companhia do amigo, que continuava à sombra do coqueiro.

- Não entendo como você não se enfureceu! - exclamou o que vinha chegando.

- Enfurecer-me por quê? Eu só tenho a agradecer....ele nos deu a água do coco para beber e a polpa para comer.

O amigo cansado de tanto correr atrás do macaco, sentou-se à sombra do coqueiro e refletiu sobre seus atos.

FINAL ORIGINAL

Então o tolo homem percebeu que o amigo havia preenchido seu tempo fazendo, com a casca de seu coco, uma linda cuia. A água de coco ele havia bebido, e a polpa, saboreado com muito prazer.


CRÔNICA

COMUNICAÇÃO LUÍS FERNANDO VERÍSSIMO

É importante saber o nome das coisas. Ou, pelo menos, saber comunicar o que você quer. Imagine-se entrando numa loja para comprar um… um… como é mesmo o nome?

“Posso ajudá-lo, cavalheiro?”

“Pode. Eu quero um daqueles, daqueles…”

“Pois não?”

“Um… como é mesmo o nome?”

“Sim?”

“Pomba! Um… um… Que cabeça a minha. A palavra me escapou por completo. É uma coisa simples, conhecidíssima.”

“Sim senhor.”

“O senhor vai dar risada quando souber.”

“Sim senhor.”

“Olha, é pontuda, certo?”

“O quê, cavalheiro?”

“Isso que eu quero. Tem uma ponta assim, entende? Depois vem assim, assim, faz uma volta, aí vem reto de novo, e na outra ponta tem uma espécie de encaixe, entende? Na ponta tem outra volta, só que esta é mais fechada. E tem um, um… Uma espécie de, como é que se diz? De sulco. Um sulco onde encaixa a outra ponta; a pontuda, de sorte que o, a, o negócio, entende, fica fechado. E isso. Uma coisa pontuda que fecha. Entende?”

“Infelizmente, cavalheiro…”

“Ora, você sabe do que eu estou falando.”

“Estou me esforçando, mas…”

“Escuta. Acho que não podia ser mais claro. Pontudo numa ponta, certo?”

“Se o senhor diz, cavalheiro.”

“Como, se eu digo? Isso já é má vontade. Eu sei que é pontudo numa ponta. Posso não saber o nome da coisa, isso é um detalhe. Mas sei exatamente o que eu quero.”

“Sim senhor. Pontudo numa ponta.”

“Isso. Eu sabia que você compreenderia. Tem?”

“Bom, eu preciso saber mais sobre o, a, essa coisa. Tente descrevê-la outra vez. Quem sabe o senhor desenha para nós?”

“Não. Eu não sei desenhar nem casinha com fumaça saindo da chaminé. Sou uma negação em desenho.”

“Sinto muito.”

“Não precisa sentir. Sou técnico em contabilidade, estou muito bem de vida. Não sou um débil mental. Não sei desenhar, só isso. E hoje, por acaso, me esqueci do nome desse raio. Mas fora isso, tudo bem. 0 desenho não me faz falta. Lido com números. Tenho algum problema com os números — mais complicados, claro. 0 oito, por exemplo. Tenho que fazer um rascunho antes. Mas não sou um débil mental, como você está pensando.”

“Eu não estou pensando nada, cavalheiro.”

“Chame o gerente.”

“Não será preciso, cavalheiro. Tenho certeza de que chegaremos a um acordo. Essa coisa que o senhor quer, é feita do quê?”

“É de, sei lá. De metal.”

“Muito bem. De metal. Ela se move?”

“Bem… É mais ou menos assim. Presta atenção nas minhas mãos.

É assim, assim, dobra aqui e encaixa na ponta, assim.”

“Tem mais de uma peça? Já vem montado?”

“É inteiriço. Tenho quase certeza de que é inteiriço.”

“Francamente…”

“Mas é simples! Uma coisa simples. Olha: assim, assim, uma volta aqui, vem vindo, vem vindo, outra volta e dique, encaixa.”

“Ah — tem dique. É elétrico.”

“Não! Clique, que eu digo, é o barulho de encaixar.”

“Já sei!”

“Ótimo!”

“O senhor quer uma antena externa de televisão.”

“Não! Escuta aqui. Vamos tentar de novo…”

“Tentemos por outro lado. Para o que serve?”

“Serve assim para prender. Entende? Uma coisa pontuda que prende. Você enfia a ponta pontuda por aqui, encaixa a ponta no sulco e prende as duas partes de uma coisa.”

“Certo. Esse instrumento que o senhor procura funciona mais ou menos como um gigantesco alfinete de segurança e…”

“Mas é isso! É isso! Um alfinete de segurança!”

“Mas do jeito que o senhor descrevia parecia uma coisa enorme, cavalheiro!”

“É que eu sou meio expansivo. Me vê aí um… um… como é mesmo o nome?”

ACONTECE AQUI

DOCE ENCONTRO

Alunos do 2º ano da Escola Neyde Macedo realizam trabalho com as obras do autor Mauricio de Sousa – “Projeto Doce encontro”

Os alunos do 2º ano da professora Ana Cláudia realizaram durante os meses de agosto até outubro um trabalho de leitura com a biografia e as obras do autor e cartunista Mauricio de Sousa.

Desde muito pequenos os alunos já apreciam os tão famosos gibis da “Turma da Mônica”, sendo assim, ficaram muito motivados nas descobertas ao longo do projeto.

O autor, além de gibis, possui também uma coleção de livros com contos que são os clássicos ilustrados, as lendas do folclore; dentre outros livros escritos.

O Projeto “Doce encontro” teve como culminância a apresentação, através de vídeo gravado pelos alunos, das leituras realizadas durante o projeto e que foi apresentado para os alunos do 2º ano da professora Leda da escola Jair Luiz da Silva.


Alunos do 2º ano da professora Ana Cláudia

Como proposta do “Aprender Sempre”
alunos criam notícia e apresentam para os primeiros anos.


MI CASA, TU CASA

Alunos do 3° ano da Escola Jair recebem carta-resposta diretamente do acampamento de refugiados de Roraima.

Em parceria com o Jornal Joca, alunos enviam livros para colaborar com o projeto MI CASA, TU CASA (Minha casa, sua casa).

 

No mês de maio desse ano, os alunos do 3° ano da Escola Jair foram desafiados pelas professoras a participarem de um projeto voluntário do Jornal JOCA: a doação de livros para as crianças venezuelanas que moram em um abrigo em Boa Vista no Estado de Roraima.

Além da doação dos livros para a montagem de uma biblioteca, as crianças enviaram uma carta, contando um pouco sobre a escola e a cidade onde moram. Os alunos foram surpreendidos com duas cartas de agradecimento: uma da fundadora do jornal Joca; outra de Emily, 8 anos, além de um desenho de Matias, 5 anos.

Os refugiados moram em um abrigo e são assistidos pelo governo brasileiro em uma parceria com entidades da sociedade civil e organismos internacionais como a ONU (Organização das Nações Unidas) através da ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados).





ALUNOS DO 1º ANO DA ESCOLA SHIGUEKO OTO IWAKI DESENVOLVEM A SEQUÊNCIA DIDÁTICA “ÁLBUM DE FIGURINHAS”

Todos nós, em algum momento de nossa infância, já vivemos sob os encantos dos contos de fadas. Sendo tão fascinantes, abrem as portas para a compreensão do mundo através dos olhos dos autores e da vivência fantástica das personagens. É neste sentido que eles podem conter elementos decisivos para a formação da criança.

Assim os primeiros anos da Escola Shigueko, desenvolveram o trabalho com o “ÁLBUM DE FIGURINHAS” pautado nos contos de fadas, com o objetivo de repertoriá-los e despertar o prazer pela leitura e escrita.

A atividade consiste em escrever os nomes de personagens e outros elementos do conto, refletindo sobre o sistema de escrita alfabética, utilizando recursos como alfabeto móvel, listas, confrontando e compartilhando saberes para que ocorra o avanço da hipótese de escrita.



Aluno completando o “álbum de figurinhas” com as imagens e a escrita.

SOLTANDO OS BICHOS

LOBO-GUARÁ MAIS UM ANIMAL AMEAÇADO DE EXTINÇÃO

Alunos da professora Jessica realizando uma roda de conversa sobre o texto informativo “Lobo-guará”
em sala de aula na escola Neyde Macedo.


Alunos do primeiro ano da professora Jessica estudam o texto informativo “Lobo-guará”, do livro Aprender Sempre volume 2 do 1º ano.

“O lobo-guará é o maior canídeo da América do Sul (115 cm de comprimento). É mais um dos animais ameaçados de extinção devido à destruição do seu habitat para dar espaço às plantações de soja e pastos de gado. Muitos fazendeiros ainda os abatem pensando que podem causar grandes prejuízos em seus rebanhos.

Na verdade, o lobo-guará é onívoro e se alimenta de pequenos mamíferos, aves e frutas (há até mesmo uma espécie de fruta, a solanumlycocarpum do cerrado, que, de tão procurada por ele, é chamada de “fruta de lobo”).

Sua aparência o faz notavelmente adaptado aos cerrados. A cor confunde-se com os campos de gramíneas. As pernas longas permitem-no ver acima da vegetação e muito longe, assim como suas orelhas grandes podem identificar com precisão a direção dos sons de uma presa.”

Curiosidade: O lobo-guará não é um animal feroz e muito raramente ataca as pessoas.


ARARAJUBA


Alunos do primeiro ano da escola jair luiz da silva e das outras escolas no nosso município estão aprendendo através de uma sequência didática sobre “animais brasileiros ameaçados de extinção”.

Nesta sequência didática foi realizada roda de conversa, lista de animais brasileiros ameaçados de extinção, legenda, buscando materiais de pesquisa e leitura.

A ararajuba foi um dos animais trabalhados e que despertou muito interesse por parte dos alunos.

Com o intuito de saber mais sobre esta ave, foram realizadas atividades leitura sobre as características e curiosidades deste animal e a criação de um Você sabia que....


O PANTANAL

Alunos do 2º ano da Escola Municipal Shigueko Oto Iwaki participam da Sequência didática: O Pantanal.

No terceiro e quarto bimestre os alunos dos segundos anos das professoras: Juliana, Jaynne e Adijaine desenvolveram a Sequência didática: O Pantanal.

Estudar o Pantanal com a turma de alfabetização abre um “leque” para um trabalho interdisciplinar, sendo este um dos pontos positivos para que o projeto tenha sucesso. Mas o foco sempre é aprender a ler e escrever cada vez melhor.

Um dos animais que trabalhamos foi a anta e os alunos montaram texto de curiosidade “Você sabia que?”. Como finalização foi confeccionado um cartaz com o conteúdo estudado, segue abaixo o mural.

 

 

A anta é o maior mamífero terrestre da américa do sul?
Esse animal mede em torno de 2 metros de comprimento, e pesa até 300 quilos.

A anta é conhecida como a jardineira de nossas florestas.?
Isso mesmo, ela é um excelente dispersor de sementes, isso acontece pelo fato de ela ser herbívora e adorar frutas, depois de comê-las dispersa suas sementes por onde anda através de suas fezes.

 

É CULTURA

OS PESTES


Era uma vez uma família muito feliz: Simão, Catarina e seus dois filhinhos, mas... será que eles eram felizes mesmo? Na verdade, estavam presos. Na gaiola do jardim do Sr. e da Sra. Peste. Eram uma família de macacos.

Vocês podem imaginar todo o tipo de maldades que o Sr. e Sra. Peste faziam? Tomara que eles consigam fugir e dar uma lição nestes Pestes.

“Os Pestes é muito legal e divertido para as crianças”. Gabriela Lacerda.

“Eu achei legal e engraçado”. Júlia Gatti.

“Eu achei diferente por que os dois são casados, mas vivem em guerra, um trolando o outro”. Israel.

Autor: Roald Dahl

Indicado por: Professora Eliana Marcelino.


O livro “Que história é essa?”
de Flavio de Souza é uma obra muito interessante!


Essa obra é composta por contos clássicos contados de forma diferente. O autor, narra pequenas histórias a partir do ponto de vista de personagens secundários dos grandes contos tradicionais.

A forma como foi escrito, o livro convida o leitor a entrar em um divertido jogo de adivinhação procurando as pistas dadas pelo autor para descobrir qual é o conto que está sendo narrado. Depois de toda essa brincadeira, o livro ainda traz pequenas informações sobre as histórias originais.

“[...] E lá na lua o dragão vive até hoje. Brincando de esconde-esconde. Assando e comendo salsichas. E de noite, antes dele e os amigos dragões dormirem, ele conta histórias sobre a Terra.”

Venha descobrir que “HISTÓRIA É ESSA?”

Profª Coord. Geórgia P. R. Costa


Camilão, o comilão


O livro “Camilão, o comilão” conta a história de um leitão muito preguiçoso e guloso. Enquanto seus amigos trabalhavam, ele preferia comer cada dia na casa de um amigo diferente, ninguém se importava porque ele era um sujeito legal. Um dia, Camilão saiu com uma cesta vazia e passou o dia ganhando melancia, abóbora, leite, queijo, espiga de milho, banana, mel e outras guloseimas.

Adivinha o que este simpático leitão fez? Você acha que comeu tudo sozinho? O que ele fez com tanta comida?

Leia para descobrir ou peça para sua professora ler!

Autor: Ana Maria Machado

Indicado por: Alunos da pré-escola das professoras Luciane, Marisa e Rafaella da E.M. Profª Shigueko Oto Iwaki.

 

CONECTADOS

TABUADA


Que tal treinar a tabuada e a sua agilidade ao mesmo tempo? Neste jogo online você pode fazer as duas coisas ao mesmo tempo e ainda sair craque na tabuada! Basta você clicar no jogo, digitar o seu nome e aproveitar esse momento. No final de cada rodada você consegue saber qual a sua classificação.

Esse jogo utilizado pelos alunos da professora Lólia, do 5º ano, da Escola Municipal Prof. Neyde Macedo Brandão Fernandes, está colaborando muito para a aprendizagem de todos.


MURAL VIRTUAL

As redes sociais são linhas invisíveis que nos conectam com pessoas do mundo inteiro.

Na Sequência didática “Textos que circulam mundo afora”, desenvolvida durante o 4º bimestre, pelas Professoras Tábita Brandão, Denise Ferrarezi e Graciela Reis, dos 4ºs anos da Escola Jair, as crianças puderam aprender dois gêneros que circulam nas redes conectadas: postagens e comentários.

Refletiram também sobre comentários construtivos e destrutivos, aprendendo a respeitar fatos e opiniões. Em uma das etapas, foi planejado uma rede social ou mural virtual, onde as Professoras publicaram diversas atividades desenvolvidas no âmbito escolar e os alunos, pais, responsáveis, coordenadora e diretora tiveram a oportunidade de postar comentários, vídeos e fotos relacionados aos posts.







INDICAÇÃO DE JOGOS DIGITAIS

E quem disse que jogos online não ensinam nada?

A criança e o adolescente quando brincam com esses jogos, entram em um mundo de faz de conta, onde podem desempenhar diversos papéis e vivenciar situações que não aconteceriam na vida real. Com isso, desenvolvem aptidões que são necessárias no mundo atual, tanto no campo profissional quanto no pessoal.

A criança que joga desenvolve habilidades como a facilidade de reter informações, melhor raciocínio lógico, na tomada de decisões e fortalece o trabalho em equipe.

“Os jogos digitais têm a capacidade de facilitar o aprendizado de várias áreas do conhecimento. Ao serem utilizados como um recurso de representação de um determinado assunto, os jogos auxiliam no processo de entendimento do que está sendo ensinado, por isso devem ser amplamente utilizados”, segundo o site Oficina da Net. Pensando nisso, os alunos dos 5° anos da escola Shigueko Oto Iwaki, fizeram uma aula onde escolheram alguns jogos de sua preferência para mostrar que conseguiram desenvolver algumas das habilidades.

Eles entraram em sites como o FRIV, Ariê, Iara e selecionaram jogos em que eles tinham que criar estratégias para alcançar os objetivos. No Minecraft foi desenvolvida habilidades como a criatividade, planejamento e organização. A “febre” do momento é o Free Fire.

Por isso, se você souber controlar os excessos, os videogames podem ser uma ferramenta poderosa para ajudar na sua aprendizagem e no desenvolvimento de habilidades.



Alunos desenvolvendo suas habilidades nos jogos digitais

 

DIVERTIDA MENTE

CRUZADINHA CHAPEUZINHO VERMELHO

 




Alunos da professora Nádia após a elaboração da cruzadinha

 


ADIVINHAS

As adivinhas além de serem divertidas, ajudam a criança a associar ideias, palavras e a enriquecer o vocabulário. Assim as adivinhas devem ser ditas ou lidas e as respostas buscadas. Esse gênero é bem atrativo para as crianças.

Os alunos do segundo da Escola Jair Luiz da Silva da professora Rosangela realizaram a leitura de várias adivinhas.Após a leituras escolheram algumas que foram enviadas para os alunos do segundo da Escola Shigueko Oto Iwaki para um momento de entretenimento.

1 - O que é, o que é, quando uma parte, parte outra e quando uma chega, chega a outra?

Resposta: Perna.

2 - O que é, o que é, voa, voa e não tem asas, leva a vida a assobiar, sopra, sopra e não tem boca, em pé e vive no mar?

Resposta: O vento.

3 - O que é, o que é, tem dente mas não tem boca, não morde, mastiga ou come. É careca e tem cabelo, quem adivinha seu nome?

Resposta:O pente.

4 - O que é, o que é, moça formosa, pai carrancudo, campo grande, gado miúdo?

Resposta: O céu e as estrelas.


TIRINHAS

Tirinha dos alunos do 4º ano da escola Shigueko

 

RECRE&AÇÃO

JOGO DE INVASÃO E EVASÃO

Rugby

No mês de novembro os alunos dos 4° e 5° anos da escola Shigueko Oto Iwaki tiveram um pouquinho de contato com a modalidade de rugby, após uma breve explicação do professor Rubens Felix sobre a modalidade, foi realizado um aquecimento e uma brincadeira chamada “Interceptador’ utilizando a bola de rugby. Ao final os alunos foram questionados sobre a diferença da bola e sobre a realização da brincadeira, na qual para vence-la necessitou de muita comunicação e trabalho em equipe.


APRENDENDO A BRINCADEIRA "SEU LOBO"

Nesta brincadeira realizada pelos alunos da pré-escola II da escola Jair Luís da Silva, foi feita uma adaptação para ser desenvolvida na quadra da escola, pois na brincadeira original quem faz papel do lobo fica escondido e como não havia local para o esconderijo a criança foi orientada a ficar no meio da roda. Através de um sorteio, uma criança será escolhida para ser o lobo e ela terá que ficar no centro da roda. As outras crianças, rodando em volta do lobo, começam um diálogo com o lobo:

- Vamos passear na floresta, enquanto o seu lobo não vem! Está pronto, seu lobo? (crianças)

- Estou ocupado lavando o rosto. (lobo)

- Vamos passear na floresta, enquanto o seu lobo não vem! Está pronto, seu lobo? (crianças)

- Estou escovando os dentes. (lobo)

O diálogo continua e o lobo poderá inventar muitas tarefas que estará fazendo, como ‘tomando banho’, ‘vestindo a roupa’, ‘penteando o cabelo’, ‘calçando o tênis’, e o que mais a criatividade permitir. A brincadeira continua até que o lobo, sem avisar que já está pronto e começa a correr atrás das crianças tentando pegar uma a uma. É um desespero correr do lobo! A primeira criança que o lobo tiver pegado será o lobo na próxima vez.


JOGO - DOMINÓ DA ADIÇÃO

O uso de jogos no processo de ensino aprendizagem das crianças tem se tornado algo de fundamental importância em sala de aula, pois além do momento de brincadeira e ludicidade o jogo também contribui para o desenvolvimento de habilidades ligadas ao cognitivo, atenção, raciocínio logico, oralidade, além do trabalho em equipe.

Pensando nessa proposta do uso de jogos em sala e indo de encontro com atividades já realizadas nas aulas de matemática, os alunos do 2º ano T3, no período da tarde com professor João Lucas da Silva realizaram uma atividade com o “dominó da adição”, onde o objetivo do jogo é fazer o aluno pensar em estratégias para buscar os resultados das adições ou pensar em adições para os números das peças do dominó, e a medida que os alunos vão descobrindo os resultados e/ou os números as mesmas são descartadas, proporcionando além da aprendizagem lúdica um momento de interação entre os alunos.

Dessa forma vemos que os jogos proporcionam um complemento significativo as atividades teóricas trabalhadas e realizadas em sala de aula, onde devemos considerar que o brincar faz parte da vida das crianças, além de proporcionar momentos prazerosos, alegres, dinâmicos e significativos para os mesmos.



Edição do Jornal Impresso e Online

MSE SISTEMAS

Rua São Salvador, 890 - Sala 1 - Junqueirópolis/SP

Jornalista Responsável:
Pedro V. Adami Jr. MTB91680/SP