Balanços de B3, construtoras, IRB, Magalu, Americanas e mais 30 resultados; Petrobras faz nova venda e outros destaques

B3 Bovespa Bolsa de Valores de São Paulo (Germano Lüders/InfoMoney)

O noticiário corporativo desta quinta-feira (11) tem como destaque os balanços de Magazine Luiza (MGLU3), B3 (B3SA3), IRB (IRBR3), Lojas Renner (LREN3), Cogna (COGN3), entre outros. Nesta data, ainda serão divulgados os números de CVC (CVCB3), Infracommerce (IFMC3), Cosan (CSAN3) e Enjoei (ENJU3).

A Natura (NTCO3) informou, em fato relevante ontem (11), que iniciou estudos para realçar sua presença global com uma mudança de sua listagem primária para a NYSE, ao mesmo tempo em que mantém a dupla listagem por meio de BDRs listados na B3

Além disso, a Petrobras (PETR3, PETR4) vendeu sua Unidade de Industrialização do Xisto (SIX) por US$ 33 milhões.

Confira os destaques:

Cogna (COGN3)

A Cogna (COGN3) reportou prejuízo líquido ajustado de R$ 121,8 milhões no terceiro trimestre de 2021. O resultado representa uma redução de 25,2% do prejuízo registrado em mesmo período de 2020.

A receita líquida somou R$ 1,168 bilhão no 3T21, retração de 7% na comparação anual.

Magazine Luiza (MGLU3)

O Magazine Luiza (MGLU3) divulgou os seus números do terceiro trimestre de 2021 nesta quinta-feira (11), registrando um lucro líquido ajustado de R$ 22,6 milhões, uma queda de 89,5% em relação aos R$ 215,9 milhões registrados em igual período do ano passado.

A XP destacou que o Magazine Luiza reportou resultados mistos, com uma performance sólida no online mas margens
pressionadas. As vendas brutas de mercadorias (GMV) online cresceram 22% na base anual, impulsionado pelo marketplace (3P) em alta de 67%  e estoque próprio (1) em alta de 6,7%, mesmo diante da base de comparação mais forte de 2020 (+150% e +145%). No entanto, as vendas das lojas físicas apresentaram queda de 8% na base anual, impactadas pela deterioração macroeconômica.

“Destacamos que a companhia sinalizou uma continuidade de uma perspectiva desafiadora no canal por conta do macro, mas acredita que a dinâmica do marketplace deve seguir robusta. Em relação à rentabilidade, a margem EBITDA caiu 2,5 pontos percentuais na base anual, devido a uma margem bruta pressionada pela maior participação do e-commerce (72% das vendas, alta de 6 pontos na base anual) e inflação de custos. Enquanto isso, houve um aumento de despesas de
marketing no e-commerce e a performance das lojas físicas levou a uma menor diluição de despesas operacionais”, apontam os analistas.

Com isso, o lucro líquido (excluindo impacto não recorrente de créditos fiscais) totalizou R$ 22,6 milhões, enquanto a companhia apresentou uma queima de caixa de R$ 270 mi, reflexo do reforço no nível de estoques. O Magalu trouxe atualizações sobre a frente logística assim como mais informações sobre sua fintech pela primeira vez. A XP mantém recomendação neutra e preço-alvo de R$ 18 por ação.

O Credit Suisse avalia como negativos os resultados do 3T21 da Magazine Luiza, com tendências mistas de faturamento. As lojas físicas  continuaram sofrendo com os desafios macroeconômicos e entregaram vendas mesmas lojas (SSS) abaixo dos níveis normalizados, enquanto os canais online tiveram um desempenho decente e cresceram cerca de 22%.

Segundo o banco, a rentabilidade da Magalu também foi fraca, com margens Ebitda ajustadas em 4,1%, mesmo excluindo provisões de estoques.

B3 (B3SA3)

A B3 (B3SA3) teve lucro líquido recorrente de R$ 1,291 bilhão no terceiro trimestre deste ano, cifra 13% acima da registrada no mesmo período do ano passado.

O lucro líquido recorrente ajustado pelo benefício fiscal do ágio da amortização relativa à incorporação da Cetip somou R$ 1,411 bilhão, expansão de 11,8% na comparação anual.

Enquanto isso, o lucro líquido atribuídos aos acionistas atingiu R$ 1,176 bilhão, alta de 3,4%.

O lucro líquido ajustado da B3 de R$ 1,29 bilhão e o Ebitda de R$ 1,82 bilhão vieram em linha com as estimativas do Bradesco BBI. Segundo análise divulgada após divulgação do resultado do terceiro trimestre, as receitas da B3 tiveram um pequeno declínio em razão de volumes um pouco menores e taxas de transação mais baixas, com a implementação de uma nova tabela de preços. Isso, contudo, foi compensado por uma melhora na estrutura de financiamento e segmento de dados.

“Sem muitas surpresas na parte operacional, acreditamos que o principal foco do mercado vai continuar sendo a sustentabilidade de volumes em um cenário de taxas de juros mais altas”, escrevem os analistas do BBI. Segundo eles, os resultados também vieram em linhas com alguns números operacionais divulgados antecipadamente. O BBI vê o P/L da B3 sendo negociado a 15 vezes em 2022, o que é “atraente”, porém acredita que uma reclassificação do papel depende muito de uma melhora no cenário macroeconômico.

A recomendação do BBI para o papel é outperform (acima do desempenho do mercado) e o preço-alvo é de R$ 18 – potencial de alta de 36,8% em relação ao fechamento desta quinta-feira (R$ 13,15).

Lojas Renner (LREN3)

A varejista Lojas Renner (LREN3) obteve lucro líquido de R$ 172 milhões no terceiro trimestre, revertendo o prejuízo de R$ 82,9 milhões registrado um ano antes.

A receita líquida com vendas de mercadorias alcançou R$ 2,36 bilhões, avançando 43,5% na comparação com o mesmo período do ano passado.

A XP destaca que a Renner teve recuperação forte frente à reabertura e iniciativas internas de ganhos de eficiência.

Os resultados foram sólidos, porém em linha com as estimativas dos analistas. A companhia reportou resultados com uma dinâmica semelhante à C&A, com contínuo crescimento de receita, fluxo em lojas gradualmente acelerando e a conversão/número de itens/sacola foi maior. Como resultado, as vendas líquidas do varejo cresceram 43,5% na base anual (ou +23% vs. 3T19). Sobre a rentabilidade, a margem bruta apresentou redução da pressão em relação a 2019 (-1 ponto) com ativações promocionais em níveis baixos, compensando parcialmente os maiores custos com fretes, matérias-primas e depreciação do real. No entanto, a pressão de margem Ebitda foi mantida devido aos investimentos na construção de seu ecossistema. Quanto à Realize, os resultados continuam mostrando recuperação, enquanto a inadimplência está nos menores níveis históricos.

Por fim, o lucro líquido maior que nossas estimativas é explicado pelo maior nível de receitas financeiras, além de a empresa ter apresentado uma geração de caixa de R$ 509 milhões. A empresa também sinalizou que está otimista em relação ao quatro trimestre, com forte desempenho desde o dia das crianças (alta de 35% versus o terceiro trimestre de 2019). A XP mantém  recomendação de compra e preço-alvo de R$ 43 por ação.

Americanas (AMER3)

A Americanas (AMER3) registrou um lucro líquido de R$ 241 milhões no terceiro trimestre deste ano, número 568,3% maior do que os R$ 36 milhões angariados no mesmo período de 2020. A diferença, porém, é em grande parte explicada pela correção monetária do ICMS na base de cálculo do PIS/Cofins, que somou R$ 246,6 milhões no balanço da varejista.

A XP destacou que a Americanas reportou resultados mistos, com o GMV total subindo 24% na base anual (acima de
seus pares), puxado pelo crescimento de 30% do GMV online e da melhora da performance das lojas físicas.

Em relação à rentabilidade, a margem bruta veio em 31,4%, uma queda de 1,4 ponto percentual, reflexo da maior participação do canal online (77% do GMV total, alta de 3 pontos na base anual); já a margem Ebitda veio em 11,8% com a rentabilidade pressionada (queda de 2,5 pontos na base anual) devido aos investimentos em nível de serviço e desenvolvimento de novas iniciativas.

Com isso, o prejuízo líquido (excluindo-se os efeitos dos créditos fiscais) totalizou R$ 6 milhões enquanto a companhia apresentou uma queima de caixa de R$ 635mi, decorrente de um reforço nos estoques (de cerca de R$1 bilhão). Por fim, a empresa destacou o avanço de seu serviço de fulfillment, rápido crescimento da Ame Digital com o lançamento do seu crediário digital e evolução da combinação operacional de negócios. Os analistas mantiveram recomendação neutra e preço-alvo de R$ 45.

O Credit Suisse avalia que a Americanas apresentou números em linha com às expectativas revisadas para baixo do mercado, com vendas mesmas lojas (SSS, na sigla em inglês) ligeiramente acima das estimativas, enquanto o crescimento do marketplace foi abaixo do consenso.

Com relação a rentabilidade, o banco diz que o Ebitda ajustado mostrou uma boa aceleração sequencial. Em suma, o banco considera os resultados neutros.

CPFL Energia (CPFE3)

A CPFL Energia (CPFE3) apresentou lucro líquido 6,2% maior no terceiro trimestre de 2021 (3TRI21), com R$ 1,436 bilhão, ante R$ 1,352 bilhão do mesmo trimestre de 2020.

O Credit Suisse comentou que a CPFL Energia (CPFE3) apresentou bons resultados com destaque para o crescimento dos volumes e redução das perdas nas unidades de distribuição e melhores resultados de geração, apesar da maior pressão de custos e fracos resultados de trading.

O banco mantém avaliação outperform para ações da CPFL Energia, e preço-alvo de R$ 40,30, frente à cotação de quinta-feira (11) de R$ 28,04.

Cemig (CMIG4)

A Cemig (CMIG4) reportou queda de 27,2% no lucro líquido do terceiro trimestre de 2021 (3TRI21), com R$ 421,477 milhões, ante R$ 579,299 milhões do mesmo período do ano passado.

A variação negativa se deve ao aumento dos custos com compra de energia elétrica para revenda.

EzTec (EZTC3)

A EzTec (EZTC3) reportou seu balanço do terceiro trimestre de 2021 (3TRI21) com lucro líquido de R$ 145,247 milhões, uma alta de 20,8% na comparação com 3TRI20, quando o resultado foi de R$ 120 milhões.

Sanepar (SAPR4)

A Companhia de Saneamento do Paraná, a Sanepar (SAPR4) reportou lucro líquido de R$ 267,3 milhões, uma alta de 62,4% na comparação com o mesmo trimestre de 2020.

Uma matemática simples justifica o crescimento do lucro da empresa: aumento da receita e diminuição das despesas.

C&A (CEAB3)

A C&A (CEAB3) apresentou lucro líquido de R$ 243,9 milhões no terceiro trimestre de 2021, revertendo o prejuízo de R$ 28,2 milhões registrado um ano antes.

A XP ressalta que a C&A reportou resultados com uma melhora sequencial, acima das estimativas da casa principalmente pelo maior crescimento de vendas.

A dinâmica de receita foi o destaque do resultado, com vendas líquidas crescendo 25% na base anual ou 8% versus o terceiro trimestre de 2019 – o primeiro trimestre que a companhia superou vendas de 2019 desde a pandemia.

A melhora foi impulsionada pela categoria de vestuário, que cresceu 11% em comparação com 2019, enquanto a categoria de fashiontronics caiu 5%. Com relação à rentabilidade, a margem bruta foi pressionada pelo aumento da competição e de custos em fashiontronics, embora compensada por uma maior participação de vestuário associada a uma menor pressão de rentabilidade da categoria no trimestre (-0,9p.p. vs. 3T19 vs. -1,8p.p. no 2T).

Por fim, as despesas com vendas, gerais e administrativas aumentaram com a normalização da operação das lojas, enquanto o lucro líquido foi beneficiado por um crédito tributário não recorrente de R$ 298 milhões. A empresa mencionou que está otimista com o quarto trimestre, embora não tenha mostrado nenhum número preliminares. A XP manteve recomendação neutra com preço-alvo de R$ 8,50 por ação.

Rumo (RAIL3)

A Rumo (RAIL3), divulgou seu balanço do terceiro trimestre de 2021 (3TRI21) registrando no período lucro líquido de R$ 51 milhões, uma queda forte de 70,4% na comparação com o mesmo trimestre de 2020, que foi de R$ 171 milhões.

Natura (NTCO3)

A Natura (NTCO3) lucrou de forma líquida R$ 269,6 milhões no terceiro trimestre de 2021, número 28,6% do que aquilo registrado no mesmo intervalo do ano passado.

A Natura (NTCO3) informou que iniciou estudos para realçar sua presença global com uma mudança de sua listagem primária para a NYSE, ao mesmo tempo em que mantém a dupla listagem por meio de BDRs listados na B3 (B3SA3).

Quarto maior grupo de beleza do mundo, com operações em mais de 100 países, a empresa afirmou que o Conselho de Administração autorizou o Comitê Operacional do Grupo para estudar e apresentar uma recomendação para listagem na bolsa americana.

Para viabilizar esse processo, a companhia informou que está considerando a criação de uma nova companhia holding do Grupo, a ser domiciliada preferencialmente no Reino Unido, onde o Grupo já possui uma presença relevante e onde a The Body Shop e a Avon estão sediadas.

brMalls (BRML3)

A brMalls (BRML3) lucrou de forma líquida R$ 57,1 milhões no terceiro trimestre de 2021, número quase sete vezes maior do que os R$ 7,8 milhões registrados no mesmo período de 2020, quando a pandemia ainda impactava muita a performance do setor de shoppings centers, no qual a companhia atua.

Hapvida (HAPV3)

A Hapvida (HAPV3) informou que teve queda de 82,4% no lucro líquido do terceiro trimestre de 2021 (3TRI21), indo a R$ 43,7 milhões, ante os R$ 247,8 milhões de um ano atrás.

Energisa (ENGI11)

O lucro líquido da Energisa (ENGI11) no terceiro trimestre de 2021 ficou em R$ 863,9 milhões, uma queda de 6,3% em relação ao mesmo período do ano passado.

Raízen (RAIZ4)

A Raízen (RAIZ4) divulgou o balanço do segundo trimestre ano safra 21-22, com lucro de R$ 1,070 bilhão, o que representa 149,2% a mais do que o apurado no mesmo intervalo de um ano antes, de R$ 429,4 milhões – ou 2,5 vezes superior –, reflexo da melhor performance operacional dos negócios da empresa.

Qualicorp (QUAL3)

A Qualicorp (QUAL3) reportou lucro líquido de R$ 110,4 milhões no terceiro trimestre de 2021 após participações minoritárias, com redução de 15,1% no comparativo anual.

Grupo Mateus (GMAT3)

O Grupo Mateus (GMAT3) reportou lucro líquido de R$ 213 milhões no terceiro trimestre de 2021, queda de 9,4% no comparativo com o mesmo período do ano passado. No mesmo trimestre do ano anterior o lucro foi de R$ 237 milhões.

CCR (CCRO3)

A CCR (CCRO3), companhia que atua no ramo de concessões, lucrou de forma líquida R$ 183,9 milhões no terceiro trimestre deste ano, número 55,5% maior do que os R$ 118,3 milhões registrados no mesmo período de 2020.

Cyrela (CYRE3)

A construtora Cyrela (CYRE3) lucrou, de forma líquida, R$ 238 milhões no terceiro trimestre, número 83% menor do que o R$ 1,4 bilhão faturado em mesmo período ano passado – quando, porém, o balanço foi muito beneficiado pela abertura inicial de capital de subsidiárias da Plano&Plano, Cury e Lavvi.

IRB (IRBR3)

O IRB Brasil (IRBR3) registrou queda de 27,8% no prejuízo líquido, que ficou em R$ 155,7 milhões no terceiro trimestre deste ano, ante perdas líquidas de R$ 215,6 milhões de um ano atrás. A empresa informou ainda que, na visão recorrente, registrou lucro líquido de R$ 44,5 milhões.

Em relatório, assinado pelo Marcelo Telles, Daniel Vaz e Bruna Amorim, o Credit Suisse escreveu que o IRB teve mais um “trimestre difícil”.

O banco vê os resultados do ressegurador como negativos para as ações devido à deterioração do índice de sinistralidade para 119%, levando a resultados de subscrição muito negativos e levando a um prejuízo líquido recorrente de R$ 285 milhões, abaixo do 2T21 e do 3T20.

O banco mantém avaliação underperform para as ações e preço-alvo de R$ 5,00, frente à cotação de quinta-feira (11) de R$ 5,01.

Sabesp (SBSP3)

A Sabesp (SBSP3) registrou lucro de R$ 468,6 milhões no terceiro trimestre de 2021, alta de 11,1% no comparativo anual. O lucro foi de R$ 421,6 milhões no mesmo período de 2020.

Grupo Soma (SOMA3)

O Grupo Soma (SOMA3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 77,6 milhões no terceiro trimestre, cifra 3,5 vezes superior à do mesmo trimestre do ano passado, uma alta de R$ 21,8 milhões – representando alta de 256% em um ano.

Bemobi (BMOB3)

A Bemobi (BMOB3) apresentou lucro líquido de R$ 23 milhões no terceiro trimestre de 2021 (3TRI21), uma alta de 53,5% ante os R$ 15 milhões do mesmo período de 2020.

Modal Mais (MODL11)

O banco de investimentos Modal Mais (MODL11) lucrou, de forma líquida e ajustada, R$ 48,9 milhões no terceiro trimestre de 2021, alta de 195% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Ser Educacional (SEER3)

A Ser Educacional (SEER3) reverteu o prejuízo de R$ 1,3 milhão do terceiro trimestre de 2020 para um lucro líquido ajustado de R$ 7,455 milhões no terceiro trimestre de 2021, informou a companhia na noite da última quinta-feira (12).

Tecnisa (TCSA3)

A Tecnisa (TCSA3) somou prejuízo líquido de R$ 45,0 milhões no terceiro trimestre de 2021, ampliando o prejuízo em 27,2% no comparativo anual. O prejuízo foi de R$ 35,3 milhões no mesmo período de 2020.

Unifique (FIQE3)

A operadora de telecomunicações Unifique (FIQE3) somou lucro líquido de R$ 22,2 milhões no terceiro trimestre de 2021, alta de 83% no comparativo anual. No mesmo período de 2020 o lucro líquido da empresa foi de R$ 12,1 milhões.

Light (LIGT3)

A Light (LIGT3) reportou lucro líquido de R$ 364 milhões no terceiro trimestre de 2021 (3T21). O resultado representa um crescimento de 167,6% em relação ao mesmo período de 2020.

Banco BMG (BMGB4)

O Banco BMG (BMGB4) registrou lucro líquido contábil de R$ 42 milhões no no terceiro trimestre de 2021 (3T21), o que representa uma diminuição de 56,1% em relação ao mesmo período de 2020.

Randon (RAPT4)

A Randon (RAPT4) reportou lucro líquido de R$ 288,5 milhões no terceiro trimestre de 2021 (3T21). O resultado representa um crescimento de 148,7% em relação ao mesmo período de 2020.

Petrobras (PETR3; PETR4)

A Petrobras (PETR3, PETR4) assinou com a empresa F&M Recursos, holding cadense de capital fechado, um contrato para venda das ações da empresa que deterá a Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), localizada em São Mateus do Sul/PR.

O valor divulgado da venda é de US$ 33 milhões, sendo US$ 3 milhões pagos nesta quinta, como caução.

Inter (BIDI11)

O banco Inter (BIDI11) comemorou nesta quinta-feira a marca de 15 milhões de clientes. Segundo o comunicado, foi um crescimento de quase 100% nos últimos 12 meses.

“A marca nos desafia a querer mais. Nos deixa confiantes para seguir o nosso propósito de simplificar a vida das pessoas, com um verdadeiro ecossistema digital, que entrega soluções para diversos momentos da vida dos clientes”, conclui João Vitor Menin, CEO do Inter.

Kora (KRSA3)

A Kora (KRSA3) concluiu nesta quinta a aquisição de 99,40% do capital social do Instituto de Neurologia de Goiânia e 95,58% da participação societária da Angiocardis – Diagnósticos e Terapêutica, localizados em Goiânia (GO).

A conclusão faz parte da estratégia de expansão e marca a entrada da Kora no estado de Goiás, trazendo para os seus negócios uma das instituições de maior referência na prática de serviços de neurologia do Brasil.

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